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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Está na hora de mudar !

Como é difícil para nós reconhecermos que pegamos o caminho errado. Como é difícil readaptar os nossos sonhos. Desde pequenos aprendemos que é necessário traçar metas, objetivos e lutar por eles. Porém, muitas vezes, no meio do caminho é preciso mudar a estratégia. Dar meia volta, abrir mão do sonho. Admitir que o sonho não era tudo aquilo, então é preciso começar tudo de novo.

A conquista de nossos sonhos pode estar voltada à vida profissional, pessoal ou intelectual. O fato é que vivemos de escolhas e são nossas escolhas que nos tornam pessoas melhores. Se for necessário voltar atrás, volte. Se for preciso desistir, desista, mas desista já tendo em mente por onde recomeçar, pois são os constantes “recomeçar” que dão sentido as nossas vidas.

Não tenha vergonha ou medo de recomeçar, vivemos em um mundo de constantes mudanças e, diariamente, descobrimos algo que substitui um sonho, que é mais eficiente, mais veloz, mais prático, mais moderno. E assim, pode ser com os nossos sonhos, devem estar sujeitos a alterações e nós devemos estar dispostos a aceitar as mudanças.

Muito ouvimos falar em evolução, globalização, e o mundo girando. Muitos de nós estamos assistindo o espetáculo, a transformação de tudo aquilo que também é nosso. Porém, este mesmo mundo é quase sempre transformado sem a nossa participação.
É sempre bom lembrar das palavras que é preciso correr riscos, não tenha medo de correr riscos, porque talvez não se decepcione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como àqueles que têm um sonho a seguir.

Somos movidos por desafios, e toda mudança é um desafio, devemos dar boas vindas a elas. Se tudo na vida permanecesse estático o mundo não teria graça, a vida não seria uma eterna aventura. Aventure-se, é época de mudanças. Mude seu cabelo, sua casa, seu trabalho, seu ritmo de vida. Lembre-se, você nasceu para brilhar e esse brilho vem de dentro de você, é em você que devem ocorrer as maiores mudanças. A felicidade, às vezes, é uma bênção, mas geralmente é uma conquista.

Enfim, preciso entender que não é porque estabelecemos uma determinada meta que não podemos mudar essa visão. Precisamos refletir quando não era bem isso que imaginavámos e partir para outra. Não tenha medo de mudar, estabeleça novos rumos e vá em busca desses novos sonhos. Vamos lá, que possamos mudar quando sentirmos necessidade, a mudança nos faz agir, nos dá coragem e nós somos movidos por desafios da vida.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

12/10/2010 Dia das Crianças



A vida inicia com perfume, com inocência e a pureza que Deus fez no princípio de seus dias de trabalho. Como prova de sua grandeza, mostrou que o Menino Jesus fora tão puro, tão inocente, na sua infância . E que todos na mesma idade falam na oração e na visão do paraíso presente.

Que bom firmar contrato com tão precioso irmãozinho, fruto do mais puro amor, a criação do Pai de todos nós.  Protetor de todas as crianças.
Dia 12 de outubro foi escolhido para sempre ser lembrado que brincar é paz e amor.

E que guerra não existe na fronte dessas criaturinhas.  Apesar que o tempo é rápido e deixamos para trás tudo isso para uma escolha de pesquisas e trabalhos em uma máquina incessante, que coloca na frente de uma tela e de teclas chamada de computador.  Aí a criança não mais é a mesma.  Vem aquela volúpia que incendeia seus neurônios e a transformam em um precoce adolescente.  Nada está errado.  Porém, gostamos tanto da criança que esquecemos seu crescimento e a sua idade que já passou.

E no dia tão festejado que seja lembrado que um dia fomos criança e que dentro de nós sempre existirá uma que jamais perecerá.

domingo, 10 de outubro de 2010

Acostumar - se

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.

A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida. 


Não vamos deixar nossas vidas se perderem pelo comodismo, por aceitar as coisas como são e não tentar mudar. Vamos valorizar as nossas vidas, dar-nos o direito de um bom momento de lazer, assistir programas que façam bem ao nosso ser, poder tomar um café da manhã sem pensar que está atrasado, enfim vamos respeitar e aproveitar a nossa vida. Não se acostumem, façam a vida acontecer!!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A Massacrante felicidade do outros.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco.

Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são - ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta.

Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?

Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.

Queridos amigos!!! Que possamos valorizar a nossa vida, regar a nossa grama, ver que podemos ter momentos ruins, momentos de querer sumir, mas também possuímos momentos bons, momentos onde nossa festa parece estar melhor. Como Martha coloca muito bem na mensagem às vezes as mídias nos fazem perceber que os outros só possuem coisas maravilhosas, mas cabe a nós refletir que todos somos seres humanos, que todos temos problemas e desafios a serem superados e nem sempre os outros precisam saber deles. Vamos fazer nossa felicidade, vamos lutar por nossos sonhos para que todas as nossas gramas possam estar verdes.


 
Por Martha Medeiros

domingo, 5 de setembro de 2010

Malditas Mágoas

Muitas vezes nos magoamos com as pessoas, mas temos tantas coisas boas para realizar em nossa vida ao invés de criar mágoas desnecessárias. No dia de hoje trago uma mensagem para refletir sobre as mágoas desnecessárias em nossa vida.
As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.

Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.

Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.

O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.

E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.

Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.

Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.

Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.

É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.

É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.

Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.

Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.

Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.

Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.

Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.

Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.


Que possamos refletir nossas atitudes, entender que todos somos seres humanos e estamos nesse mundo para evoluir, aprender com nossos erros. Que possamos compreender que guardar mágoas de pessoas não nos traz grandeza alguma, até porque nós em algum momento também já magoamos alguém com nossos gestos ou fala. Que possamos aproveitar a vida em coisas boas, não guardem mágoas!! 

sábado, 21 de agosto de 2010

AMAR


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Reflita

Esqueça os dias de nuvens escuras...


Mas lembre-se das horas passadas ao sol .

Esqueça as vezes em que você foi derrotado...

Mas lembre-se das suas conquistas e vitórias.
 Esqueça os erros que já não podem ser corrigidos...

Mas lembre-se das lições que você aprendeu.


Esqueça as infelicidades que você enfrentou...

Mas lembre-se de quando a felicidade voltou.
 Esqueça os dias solitários que você atravessou...

Mas lembre-se dos sorrisos amáveis que encontrou...

Esqueça os planos que não deram certo...

Mas lembre-se de

SEMPRE TER UM SONHO...

Queridos amigos!! Precisamos esquecer os momentos ruins,levar deles aprendizado e pensar positivo sempre, sempre tenha um sonho, são eles que movimentam nossa vida.